BORBOLETINHAS


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BORBOLETINHAS


É NA QUIETUDE DO MEU SILÊNCIO QUE SE ENCONTRA A MINHA ESSÊNCIA

terça-feira, 12 de julho de 2016

Falar de amor, é não saber falar

Fala do amor, é como falar da eloquência dos sentidos, da retórica do sentir, falar de amor, é viver com a ausência das palavras e mesmo assim falar_se tudo, é o sentir sem tocar, é o verbo fazer sem ser feito, é ver sem olhar, é não saber e mesmo assim entender tudo, falar de amor, é não alcançar explicação óbvia para o que se sente e ainda assim ter um sentir tão intenso quanto a profundidade inalcançável do mar, é viver infinitamente todo o mistério da vida num único segundo, falar de amor, é não falar,  é simplesmente amar....

Ana Elizabeth Baade

sábado, 9 de julho de 2016

Esfera Caótica

Esfera Caótica Sim, há qualquer coisa deslocada nesta fala que me sucumbe, qualquer coisa desarrumada nesta esfera caótica, há qualquer coisa anárquica nestas linhas mal traçadas, reivindico pausa! antes de conciliar-me com a serenidade, preciso traduzir meu coração e ausentar-me de mim, para ouvir o meu silêncio! Ana Elizabeth Baade

Brumas Pálidas

Brumas pálidas lambiam os pés descalços, rodopiavam entre lágrimas e mares, tremula era a pétala encarnada, quando na boca, o néctar pueril da rosa desabrochava, palavras silenciadas esvoaçavam com o vento e plena de prazer... Sussurravam... Há minha amada!...Sonho-te... Sorvo teu perfume e no infinito, ofereço-te a face, desvaneço, faço-me beija-flor e beijo-te, dentro de mim, a rubra rosa sem pudor, me cravou, .´...És eterna... Ana Elizabeth Baade

O Silêncio adormecido

O Silêncio Pois... afinal o silêncio adormecido no regalo da madrugada também amanhece, ainda sonolento, arregala os olhos e infiltra-se no calor do dia, manhoso, ele desafia a vida, e inerente àquela imensidão, ele grita! Ana Elizabeth Baade

Depois é amanhã

Depois, é amanhã... Sim, e depois... Depois é amanhã, é talvez e minha alma assombra, depois habita a incerteza no vazio... Agora minha alma dorme acolhida no leito do silêncio, ela sossega no eterno e repousa no infinito que me cala... Ana Elizabeth Baade

O Tempo em mim

O Tempo em mim Sim, é verdade, não consigo ser morna, tenho a pele febril, e a alma sedenta, o tempo zomba de mim, e eu fico à margem, sempre quero mais, e minha essência transborda, emudeço.. E o grito engasgado cala minha voz, espanto o meu canto, e suspiro o pranto, doce é o tempo, quieto,sereno e branco, quando o inverno silencia astuto.. Doce é o tempo quando brando é o verde que a primavera anuncia... Ana Elizabeth Baade

Nós , Seres Apaixonados...

E o que nos resta há nós, seres pequenos, vulneráveis E apaixonados, Senão amar e amar, Tão somente amar, Amar tanto, Que a dor de amar Nos oculte do tempo, Amar tanto, Que na pele suada fique incrustada A solidão do sentido, Amar tanto, Que na alma fique tatuada A semente do desejo, O que nos resta a nós, Seres indefesos, Senão se afogar com a sede do querer E a fome do prazer, Mesmo sem saber amar... Ana Elizabeth Baade

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Assim , Imperfeita como sou...

Às vezes penso que perdi o jeito de escrever, Joguei tantas palavras no vento... Aí recolho alguns pedaços do meu corpo inconcluso, e nas entrelinhas que me sobraram, permito a mim rabiscar umas sílabas soltas e uma frase inexata , imperfeita, que me lembre quem eu sou, E se ainda assim alguém me ler, Sinta não só a minha essência, Mas perceba também a minha alma... Porque apesar dessa vida de enganos, faço dela um poema... Ana Elizabeth Baade

Meu filho

Meu filho, meu maior orgulho, minha maior alegria, amo-te!

Quando eu nasci...

Quando eu nasci, o vento cheirava á flor ele vinha á galope nas asas do condor, quando eu nasci, o tempo, sorria feito criança, menina sapeca, já vinha com trança, quando eu nasci, ele cantava com ardor, voava com as fadas, já não tinha temor, quando eu nasci, o sol banhava o dia e o mar, petulante, mergulhava euforia, quando eu nasci, fez-se um clamor, o mundo sabia, nascia o amor! Ana Elizabeth Baade

Luz Acesa- Ana Carolina


pecado- Simone


Era, talvez...

Era, talvez... apenas a eloquência torpe dos pensamentos frágeis, Uma tolerância quase patética, dos sonhos não formados, A espera era dolorosa... O desejo incontido do começo, de um tempo preterido na memória, Um lugar indulgente, quase indevido, Tamanha era a busca.. Do tudo, Do agora, Oh lúgubre fantasia! Outrora madrugada fria, No plural dos momentos Hoje quem sabe... um leve contentamento Anã Elizabeth Baade

Além das aparências

Tem gente que enxerga a gente além das aparências, e isso, sinceramente, é lindo!

Invocar ao tempo, saudades

Às vezes se faz necessário invocarmos ao tempo as nossas saudades, Por saber_se tão indispensável, ele procura na bagunça das nossas memorias, Quem realmente somos! Ana Elizabeth Baade

Vontade insana de gritar...

Às vezes da vontade de gritar ao ouvir o barulho ensurdecedor do Silêncio que habita no abismo invisível da nossa mente, onde os pensamentos devaneiam e abrigam_se nos pecados luxuriosos da verdade insana que esconde_se em nossa alma! Ana Elizabeth Baade

Palavras agasalhadas...

Quando a alma esta cansada, e a mente bagunçada, as palavras,ainda que Agasalhadas do frio gélido que as queimam por dentro, gritam no silêncio dos seus próprios abismos! Ana Elisabeth Baade

Olhar pela fresta da vida

Olhar para o céu e respirar o ar do tempo, ver pela fresta da vida e apesar dela... Fazer nuvens de sonhos! Ana Elizabeth Baade

Os sentimentos juntam-se e desabam em mim...

Os sentimentos juntam-se e desabam em mim como chuva fina, E pouco a pouco formam uma sombra obscura, Onde o medo caído do abismo, Meio que de repente, Vira uma torrente tempestuosa, E com o coração a pique, Piso nas nuvens que abortam minha alma! Ana Elisabeth Baade

Não precisa dizer nada...

Não precisa falar... Nem dizer o que nunca foi dito, As palavras que ficaram por dizer, estão desfolhadas nas entrelinhas, Nos olhares marcados pelo tempo, Nos arrepios dos toques, Nos gestos infinitos, e nas lembranças indefinidas, que ficaram no ar... Não precisa dizer nada... As palavras que se perderam no vento, Foram ditas nos pormenores dos instantes, Foram lidas no brilho do teu olhar, Na magia das tuas mãos, e na plenitude dos teus beijos, Não precisa falar... Nem cantar versos solenes, Tudo foi lido, nos poemas nunca escritos e nas frases censuradas, Na saudade das músicas não dançadas, das rimas caladas e nos desejos, que ficaram tatuados na alma... Tudo foi dito, Nos idílios dos sonhos, Que não sonhamos, Mas que já vivemos... Ana Elizabeth Baade

O sentir da alma

O sentir da alma, que tudo sente, antes que tudo aconteça, que ama... Antes de perceber... Que encontra, e que sempre se reencontra, antes mesmo, de conhecer... Ana Elizabeth Baade

Nas brumas do tempo

É quando vibram em mim, ínfimos sentimentos, que os sonhos surgem... E, em meio as brumas vaporosas, da iinfinitude do tempo, quando minha sensibilidade torna-se exacerbada, tudo em mim é intensidade... Crio asas, e voo com a liberdade, tenho em mim urgências, tão selvagens, que minhas emoção não me alcançam... E porque já não caibo mais em mim... Minha alma transborda... Ana Elizabeth Baade

A vida me chama

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